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O “estranho” pode virar tendência

11/03/2011

Oi encantados,

Trecho interessante do livro : “Moda: globalização e novas tecnologias”, de Suzana Avelar.

“O ‘estranho’ pode tornar-se algo normal depois de certo tempo, e pode até transformar-se em tendência,dependendo da percepção e da capacidade de influência de um estilista.
Alguns desfiles conseguem apresentar o estranho de forma comercial, para que logo se torne tendência.
(…)No Brasil, temos nessa linha o bom exemplo de Alexandre Herchcovitch a partir de 2000.

No exterior, temos os japoneses, que logo após sua entrada no cenário da moda ocidental – em 1980 -já influenciavam com seus volumes ‘estranhos’ e sua modelagem inovadora;

Vivienne Westwood começa a se destacar nos anos 80, com seu desconstrutivismo, num caminho que seria seguido pelos belgas no início da década de 1990; Paco Rabanne transforma seus desfiles em performances…;
Moschino e Thierry Mugler podem ser considerados os precursores dos desfiles performáticos que marcaram a década de 1980.
Assim, muitos criadores vêm trabalhando na contramão daquilo que se tem como padrão de beleza amplamente difundido. Uns concebem criações que nos perturbam- desconstroem o feitio tradicional da peça de roupa, inaugurando um novo conceito estético. Outros desconstroem questões de gênero e de formas do corpo.”

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